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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

O desafio dos exercícios e da retomada dos esportes com a Covid-19 .

Médico reflete sobre as repercussões da pandemia de coronavírus e do isolamento social nos treinos e o futuro das competições esportivas
Por Dr. Eduardo Rauen, médico do esporte.


Já sabemos de longa data que o exercício físico melhora a imunidade e a saúde em geral. Porém, com a pandemia do coronavírus, muitas pessoas que praticavam atividades de forma regular deixaram de fazer ou diminuíram (e muito) sua quantidade e intensidade.  
Confinados, não imaginávamos a proporção que o isolamento poderia tomar e as restrições impostas à prática esportiva. As sociedades médicas ligadas ao esporte reforçam a necessidade de fazer exercício, tomando todas as cautelas que a situação ainda pede. 


                                   







Se para as pessoas que malhavam duas ou três vezes por semana o cenário ficou complicado, imagine para os atletas profissionais. Pegos de surpresa com a paralisação dos treinos, muitos foram compulsoriamente colocados na geladeira, isolados e sem prazo para voltar à ativa. 
Os treinamentos em casa aumentaram e muito, inclusive com equipes utilizando aplicativos para monitoramento das aulas. 



A exemplo de quem faz atividade física para viver melhor, os profissionais do esporte tiveram rotinas alteradas, com impactos na alimentação, no acompanhamento e na forma e no desempenho físicos. Isso sem falar nas repercussões no trabalho, com redução salarial devido à perda de patrocinadores e à ausência de competições.

Mas, com o controle da pandemia, como será a retomada? Teremos público assistindo aos jogos nos ginásios e estádios? Como os jogadores poderão se comportar em campo ou quadra, já que o contato físico é quase uma necessidade em boa parte dos esportes coletivos? Como ficarão as viagens? As equipes deverão fazer quarentena após as partidas? Clubes terão de fazer testagem para o coronavírus de tempos? A doença afetará o desempenho dos atletas por muito tempo?

São perguntas sem respostas ainda, digamos corretas e ou seguras. os protocolos, de saúde e higiene estão sendo montados. Alguns países que atingiram o pico (platô) do índice de infectados e mortos pela pandemia, hoje tem a chamada Imunidade de Rebanho, que é quando uma grande parcela da população adquire imunidade a uma doença. 
Não se sabe ainda se quem adquiriu o vírus da Covid 19 tem a imunidade ou se apresenta essa imunidade apenas por um tempo. E o fator máscara. Muitas pessoas treinam com o uso da máscara. Porémk, cientistas do esporte não aconselham o uso da máscara para atvidaes de alta intensidade, pela absorção do Gás Carbônico expelido durante a respiração.
Estamos num período de muitas dúvidas. Esperamos a vacina, que apesar de prontas e algumas já na FASE 3, que é a aplicação em humanos. Não há, como dito anteriormente, a certeza de imunidade ao vírus. 
Aqui no Brasil, em alguns estados, as atividades esportivas já foram retomadas. Teremos que nos adaptar ao novo normal.



 


sexta-feira, 29 de maio de 2020

Mestre Luíz Cláudio








GM Reyson Gracie



Batemos um papo com o Professor Luiz Cláudio, faixa preta 5° Grau, líder da Equipe Gracie Barra Boca do Rio, em Salvador Bahia. Luiz Cláudio nos fala de seu início no.Jiu Jitsu, intercâmbio com o Judô e certificação como 5° Grau em Jiu Jitsu. 
Muito bom falar com quem vive a história



Ez-Sabemos que o senhor é das primeiras turmas de Jiu Jitsu Brasileiro da Bahia. Conte como o senhor conheceu o Jiu Jitsu?

LC- conheci o JIUJITSU  na década de 90 através de Clóvis, um amigo que trabalhava junto comigo no pólo petroquímico. Ele  já praticava o JIUJITSU no Espírito Santo e quando chegou aqui,  me convidou para praticar a arte, na qual eu a desconhecia.
Daí nós fomos na academia BUDOKAN e após assistir a primeira aula, me apaixonei pelo esporte. No dia seguinte,  me matriculei e comecei a praticar


Ez- O senhor chegou quase a faixa marrom com o Mestre Charles Gracie e depois continuou o legado com o Mestre Reyson Gracie. Quando o senhor foi graduado a Faixa Preta?

LC- Eu treinei com o Mestre Charles Gracie até a faixa  roxa. Antes dele ir para o Estados Unidos, ele trouxe o seu tio, Mestre Reyson Gracie para dar continuidade ao legado. Eu fui graduado a faixa preta em 22 de Janeiro de 1998 pelo Mestre Reyson Gracie.


EZ- Sabemos que existe por parte de alguns praticantes que já iniciaram no Jiu Jitsu, uma certa mágoa dos professores que migraram do Judô para o Jiu Jitsu na época, e depois alguns foram graduados e outros se auto graduaram faixa preta. Qual seu sentimento a respeito dessa questão?

LC-Essa é uma situação muito delicada, mas por minha parte não existe mágoa. Eu me lembro que na época, os faixa preta de Judô que entravam no Jiu Jitsu, por já terem certa experiência, ficou acertado que eles começariam na faixa azul. E enquanto se auto graduar, eu não concordo, porque praticantes de toda arte marcial, tem que ter um professor para lhe graduar. Eu mesmo recebi meu 5° grau em 2016, e todas as minhas graduações, o meu Mestre Reyson Gracie, estava presente.


Ez-Está recentemente explicito uma situação de reconhecimento de graus que o senhor está tendo problemas, mesmo com certificado assinado pela CBJJ/IBJJF. Nos fale dessa questão e quão próximo de resolver está?


LC-Eu estou enfrentando um problema grande com a CBJJ/IBJJF. Já venho tentando a anos resolver esse problema, mas é muito complicado, uma vez que você não tem contato com ninguém da  CBJJ/IBJJF, só via e-mail. Espero que isso se resolva logo.

EZ-- Como o senhor encara o Jiu Jitsu baiano de sua primeira experiencia até os dias atuais

LC-De lá pra cá teve muita evolução, a Bahia hoje tem muitos faixa preta renomados, e a arte vem crescendo cada vez mais. Eu tive o privilégio de começar na faixa branca, e estar até hoje com os meus mestres Charles e Reyson Gracie. Sou muito grato aos dois, que puderam me ensinar a arte e me fazer multiplicador dela.




EZ- Deixa um recado aos leitores do Blog.

LC- Agradeço ao Blog Estrangulamento Ezequiel pela entrevista, estou sempre a disposição. Obrigado, OSS!

Zeux Jiu Jitsu

https://youtu.be/zbI04wwYxJE

Meu amigo Rafael Sampaio e um bate papo sobre a marca Zeux

quinta-feira, 7 de maio de 2020

ARTES MARCIAIS

 Indicam para o leigo ou não iniciados espécie de luta disciplinada, onde o treinamento constante e, por longo tempo, leva à perfeição de movimentos, tornando seu praticante invencível, atacando ou contra-atacando de modo técnico. 
Em realidade é técnica de ataque e defesa, levando em conta a habilidade do lutador ou do praticante, seus reflexos, sua agilidade e coragem, sem o que seria inexpressiva. A filosofia que a envolve e que nos chegou, registra uma disciplina férrea, lealdade e respeito, antes que seu praticante se ver obrigado a atacar ou contra-atacar. Então há de ser forte, rápido e contundente, surpreendendo, inclusive, o oponente. 
A responsabilidade daquele que detém conhecimento marcial é enorme, colocando o outro, às vezes o inábil,  no abrigo da legítima defesa, nos permissivos legais. Considere-se, sobretudo, os aspectos éticos e humanos impondo estreitos limites. Esse é o imaginário, perseguido, ao qual os que detém conhecimento marcial estão obrigados.            
Poucos são os registros históricos permitindo avaliar a história e o desenvolvimento das artes marciais e suas adequações aos locais onde são praticadas. Existe quem diga que a história das artes marciais começa com o desenvolvimento da civilização, quando as pessoas ao acumularem riquezas, sentiam necessidade de proteção, abrindo espaço para a profissional de lutas fortes e vigorosas. A origem das artes marciais é cercada, assim, por muitas dúvidas e teorias diferentes”.
“Uma teoria, principalmente no oriente, é que um monge indiano chamado Bodhidharma, saiu da Índia no séc. VI e veio para a China, chegando a um mosteiro ensinou yoga e uma forma de luta rudimentar indiana, que mais tarde viraria uma forma de luta Shaolin e se espalharia por toda a China. Porém, arqueólogos acharam registros em escavações que o kung fu existe na China há mais de 5.000 anos.”
Até o termo arte marcial enfrenta controvérsia. Dizem estudiosos que essa designação se deveu ao deus da guerra, Marte, cultuado pelos gregos e romanos. Outros, que o termo seria tipicamente oriental, pois, designa reverência à guerra. E mais outros, que sua origem era ocidental, em referência as artes da luta e da guerra. 

Atualmente “o termo é usado no oriente e ocidente para lutas com ou sem armas tradicionais. Bu-shi-do no Japão ou wu-shu na China são termos mais específicos para o combate, apontando para “...o caminho do guerreiro”.
Hapkido, kung fu, karatê, esgrima, arqueirismo, hipismo, etc, são modalidade consideradas artes marciais, destaque para as três primeiras, que encerram e explicam as técnicas de luta corporal.  “Hoje são praticadas com três funções: modalidades mais esportivas, visando somente à competição; modalidades mais marciais que praticam a defesa pessoal em uma situação sem regras; e os que praticam buscando um melhor condicionamento físico, mental e espiritual”.
No Brasil, em termo generalizado de artes marciais brasileiras, tem-se o Morganti Jiu-Jitsu, Berimbau, Jiu-jitsu brasileiro, Juate-dô, Capoeira de Angola - com a evidência do Mestre Pastinha -, Capoeira Regional - cujo fundador Manuel dos Reis Machado, Mestre Bimba, nela inseriu golpes marciais, com seus jogadores deixando o jogo miúdo do chão, para o combate alto, com golpes diretos, mais agressivos - Maculelê, Kombato (Português)...   


Por Geraldo Leony Machado (Gato Russo – aluno de Mestre Bimba)
Jornalista
Escritor
Estatístico
Oficial de Marinha
Advogado
Capoeirista com especialização na arte e judoca

terça-feira, 5 de maio de 2020

O valor do reconhecimento humano.


Acredito que reconhecer o valor de alguém pelo que é e pelos seus atos e realizações tem um contributo grandioso para a vida da pessoa reconhecida, mas também para todos aqueles que gostam de aprender pelo exemplo.
A atitude de reconhecimento genuíno do valor de um ser humano constitui um sentimento ímpar no acréscimo de estímulo, motivação, valorização, desenvolvimento pessoal e espiritual.
O valor humano engrandece com todos os sentimentos positivos das pessoas que o rodeiam.
Reconhecer e ser reconhecido pelo valor intrínseco e explícito é um ato da maior importância para a valorização do Ser. Praticado com verdade, justiça, razão, sentimento e equilíbrio emocional, sempre que contribua para o acréscimo do outro.
Então, justo se faz prestar e preservar homenagem ao mestre Ary Correia Dantas por todo arcabouço construído ao longa de sua vida.

Por Geraldo Dias Machado
Advogado
Mestre em Hap Ki Dô

Professor Mar e as suas Crionças.

 Ah, vamos mergulhar no mundo do jiu-jitsu brasileiro, onde os tatames são a nossa tela, e os praticantes – bom, eles são um bando colorido!...

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