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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Projeto Jita Kyoei - Salvador
http://www.youtube.com/v/VhKyDVHm3H4?autohide=1&version=3&showinfo=1&attribution_tag=f_04_cibbsHIPlNiDV5frQ&autohide=1&autoplay=1&feature=share
Aula voluntária de judô muda a vida de crianças carentes
http://youtu.be/VhKyDVHm3H4
Pai de Miguel de apenas quatro meses, casado, 34 anos. Esse é Carlan dos Santos que faz serviço voluntário a crianças carentes como professor de Judô. Policial Militar, formado em Educação Física pela Faculdade Social da Bahia e que nas horas de folga gosta de ficar em família ou estar com a turma do projeto, curte uma boa música que tenha uma boa melodia, como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Jorge Bem Jor. Com alegria é torcedor do Bahia.
A ideia do projeto surgiu através do esporte ter salvado a sua vida, a partir disso resolveu ajudar outras pessoas que também precisassem. O que motivou a fazer um trabalho voluntário declara Carlan, “foi o amor que sempre teve por crianças e da necessidade de cultivar uma boa educação para todos e inserir em um meio social melhor.”
Em palavras não consegue descrever e nem explicar a sua grande satisfação, mas se sente o melhor ser humano do mundo ao ouvir de pais de alunos relatos de mudança para melhor no comportamento do seu filho, o desenvolvimento escolar e a relação em casa. Para Carlan é uma sensação de dever cumprido.
Mas as dificuldades também surgem e é a falta de um local adequado para os treinamentos, quando chove o lugar alaga, ficando impraticável as aulas. Nas palavras do professor dita o que é trabalho voluntário, que é Jita Kyoei, ou seja, prosperidade e benefícios mútuos. Sem querer nada em troca, só serei feliz e completo se o meu semelhante for também. A melhor lição do seu trabalho e o que ele aprende com cada aluno é que se precisa de muito pouco para ser melhor e feliz. Carlan, que se orgulha dos seus alunos e afirma que deseja que seu filho desfrute dessa família também.
A História mais marcante que presenciou e marcou foi no último exame de faixa, onde ele pergunta o motivo de não tirar um aluno do judô, e a criança responde para o professor nunca fazer isso, pois se sente melhor nas aulas do que na própria casa. Desde então ficou com isso na cabeça, e perguntou ao garoto o motivo de responder isso, e a criança responde que a casa onde mora já foi metralhada. Isso comove o voluntário de esporte, que apenas tenta passar o que sabe, mas se sente muito melhor em ver e poder ajudar crianças como essa e muitas outras com diversos problemas sociais, e que talvez nunca teria uma chance ou uma oportunidade ao esporte e ao apoio do projeto.
São nas terças e quintas, das 17 às 21h e no sábado 13h30 às 17h, que os alunos e o mestre se encontram na Escola Luis Navarro de Brito, na Lapinha, no bairro da Liberdade. Lá estão todos os sonhos, os medos e as vitórias.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Jacaré e Josuel Distak ministram Seminário de Jiu-Jítsu e MMA em Manaus
De acordo com o coordenador do evento o Seminário vai contemplar tanto a parte prática quanto a teórica das duas modalidades esportivas e contará com a presença de outros lutadores do cenário do MMA local
ACRITICA.COM
O manauara Ronaldo Jacaré e seu técnico Josuel Distak irão realizar seminário em Manaus (reprodução Inside MMA)
Os candidatos a atletas de arte marcial, em Manaus, terão a chance de aprender diversas técnicas com dois profissionais de renome, no próximo sábado (2) durante o “Seminário de Jiu-Jitsu e MMA”, que será ministrado pelo peso médio de UFC Ronaldo Jacaré e o técnico Josuel Distak. O evento é promovido pela Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel), com início às 9h, no Ginásio Isaac Bezencry, avenida Constantino Nery, Zona Centro-Sul.
“Estou muito feliz em participar deste seminário, juntamente com Distak, que é um dos meus treinadores e amigo pessoal. Tenho certeza que a galera daí vai gostar e espero que todos participem”, convidou Jacaré.
De acordo com o coordenador do evento, Vander Araújo, mais conhecido como Pililim, o Seminário vai contemplar tanto a parte prática quanto a teórica e vai contar com a presença de outros lutadores de MMA como Robert Pato, Alexandre Capitão, Fábio Saci, Naldo Faveloso, além do contratado do UFC, Allan Nuguette.
“Com este evento, além de uma boa formação para os atletas, pretendemos fomentar a prática esportiva e o turismo no nosso Estado, pois a divulgação está sendo feita em todo o Brasil e até em outros países. Para as outras edições, queremos trazer articipantes de outros estados e do exterior”, explicou Pililim.
De acordo com o coordenador, esse é também um sonho antigo de Jacaré, que quer revelar novos talentos e ajudar a divulgar a cidade de Manaus para o mundo. “Por isso ele escolheu Manaus, por ser a cidade dele e por ser o maior celeiro de lutadores de Jiu-Jítsu do mundo”, contou.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Sem patrocínio, atleta faz arrecadação na internet para participar de Mundial de jiu-jitsu
Uma atleta carioca desaponta como uma das maiores promessas do jiu-jitsu brasileiro. Aos 17 anos, Brenda Heller Freitas, conhecido no circuito como Fiona, coleciona títulos, medalhas e também o cinturão Naga (North American Grappling Association), campeonato internacional ocorrido em Las Vegas (EUA). Brenda também é duas vezes campeã do Rio Open de jiu-jitsu, duas vezes campeã brasileira, uma vez campeã mundial absoluto e oito vezes campeã estadual.
Mesmo com tantos títulos, Brenda Heller enfrenta um grande desafio comum a muitos atletas de alto nível no Brasil. Para a faixa-azul, sua grande luta continua sendo a busca constante por patrocínio. A falta de apoio pode deixa-lá fora do Mundial de Jiu-Jitsu sem kimono, em Long Beach, na Califórnia, Estados Unidos, entre os dias 2 e 3 de novembro. Para ir ao campeonato, Brenda precisa somar uma quantia de R$2,6 mil, que representa as passagens e a hospedagem na cidade norte-americana. Sem condições financeiras, a família da lutadora criou uma arrecadação online onde qualquer pessoa pode apoiar a viagem de Brenda. A ideia surgiu de seu irmão, Vitor Freitas, que destacou a importância da contribuição.
- A ideia surgiu da falta de patrocínio. Muitas empresas podem patrocinar ou apoiar, mas não querem. Perdemos nosso pai muito novos (eu com 16 e minha irmã com 13), então o salário abaixou muito aqui em casa, meu pai (Wladimir Damasco Fretas, era PM) era a estrutura. Entramos no jiu-jitsu também para tranquilizar a mente, mas a Brenda que deu jeito para o negócio e alavancou. Vieram muitos títulos, mas o desejo de continuar vencendo esbarra na falta de patrocínio. A gente conta mesmo é com os amigos, que estão sempre juntos. E duas pessoas que não podemos deixar de citar aqui, que é o Arthur Chirspino (diretor do colégio Cenecista) e Anderson Pedrinha. Eles apoiam demais. O Arthur ajuda nas inscrições e da bolsa de 100% para Brenda estudar. Mas eles não têm condições de bancar uma viagem para fora. Com isso, surgiu a ideia da vakinha - afirmou Vitor à reportagem do LANCE!Net, destacando a importância da viagem para sua irmã:
- É um campeonato de porte internacional, que dá uma visibilidade grande. O torneio é organizado pela maior federação de jiu-jitsu do mundo, a IBJJF. O Europeu também é organizado pela mesma entidade. Quando um atleta vence um torneio desse porte, seu nome fica conhecido no meio e as oportunidades aparecem. Brenda já venceu um Mundial em Long Beach (2012) e venceu duas categorias (peso-pena e o absoluto, categoria aberta para todos os pesos). Título ela tem bastante, só falta alguém sonhar junto com ela. Eu faço o que posso, corro muito atrás e divulgo bastante a minha irmã. Eu sei o potencial que ela tem. Quando ela está em casa não para de treinar. Ela coloca o tatame na varanda e faz posições sozinha para continuar a evoluir. É muito dedicada. Tem 17 anos e acaba o ensino médio esse ano - destacou Vitor, jornalista que trabalha em uma revista especializada em jiu-jitsu.
Mesmo com as incertezas da participação no Mundial, Brenda segue treinando diariamente na academia Gracie Humaitá, em Niterói e segue com pensamentos positivos, usando a paixão pelo esporte para continuar os treinamentos e a superação diariamente das dificuldades.
- A gente está em situações de combate a todo momento, então tenho que estar preparada. Eu durmo pensando em Jiu-jitsu e acordo com ideias para melhorar meu jogo. Eu treino na academia Gracie Humaitá, e sou faixa-azul. Às vezes fico triste por não poder competir, as vezes falta dinheiro. As inscrições são caras e minha mãe não pode pagar tudo. Eu saio de Itaboraí para treinar em Niterói todos os dias e quem banca tudo é minha mãe. Isto me da uma força tremenda quando entro no tatame - destacou Brenda.
O Mundial de Jiu-jitsu nos Estados Unidos é comparado a Copa do Mundo do futebol. Para Brenda, assim como os jogadores de futebol, participar do torneio será um sonho realizado e, pisar no local do evento, na Walter Pyramid, na Califórnia, se equivale ao atleta pisar no gramado do Maracanã.
- Sonho todos os dias estar na pirâmide (Walter Pyramid), onde é o palco do campeonato. Lá só tem fera, os grandes nomes do Jiu-jitsu estão lá. É uma verdadeira festa para os amantes da arte. Eu sei que tenho chances de ganhar, me dedico muito para isso e ainda consigo ir bem nas escolas com ótimas notas - enfatizou Brenda, que deixou um recado para todos que querem participar da realização desse sonho:
- Vocês não vão se arrepender. Vou dar meu sangue dentro do tatame para representar muito bem a ajuda de vocês. E que com ajuda que vier, que Deus multiplique tudo para você. Me ajuda a realizar esse sonho - finalizou.
COMEÇO NO JIU-JITSU
Brenda conheceu o esporte com apenas oito anos, quando ainda morava na Covanca, em São Gonçalo. Pouco tempo depois, a família se mudou para Itaboraí e a menina abandonou o esporte. Nesse período ocorreu a morte de seu pai, vítima de assassinato, em 2009. A partir desse momento, Daysimar Freitas, mãe de Brenda, resolveu matricular a filha novamente no esporte para que eles (os irmãos) pudessem ter a mente ocupada. A atleta usou o esporte como suporte para a perda do pai e recomeço de sua vida.
- O jiu-jitsu é um estilo de vida. Além de competir, o esporte me tranquiliza demais. Deixa o corpo em forma e você faz muitas amizades, conhece lugares incríveis. Gosto muito treinar, é uma coisa que me deixa feliz e tranquila. O esporte me ajuda a superar a perda do meu pai, que era o meu melhor amigo - afirmou Brenda, que também sonha em se formar em direito e ser delegada federa.
- Eu amo o jiu-jitsu, mas também tenho o sonho de fazer minha faculdade de direito e ser delegada federal. Nada é fácil, vou batalhar duro para poder seguir em frente no tatame e na vida. Perdi meu pai muito nova e quero deixá-lo orgulhoso - finalizou.
Werdum promete vencer Velaquez no jiu-jitsu e revela intercâmbio com Glover para “roubar cinturões"
Diego Ribas, do R7
Werdum foi oficializado como próximo oponente de VelasquezDivulgação
Entre todos os quase 20 mil presentes que acompanharam a luta entre Cain Velasquez e Junior ‘Cigano’ no ginásio Toyota Center, em Houston, nos EUA, no último sábado (19), Fabrício Werdum era, de longe, o mais interessado no resultado. E, como comentarista do canal Fox Sports para a América Latina, o gaúcho pôde ver de perto a definição de seu próximo adversário no octógono.
Próximo da fila para disputar o cinturão dos pesos-pesados do UFC, Werdum terá a missão de frear o mais dominante atleta desta categoria que, inclusive, já bateu brasileiros em cinco oportunidades. Enquanto Rodrigo ‘Minotauro’ e Antônio ‘Pezão’, este último em duas ocasiões, foram nocauteados no primeiro round, Cigano, também por duas vezes, sucumbiu após verdadeiros atropelos.
E, demostrando a confiança de costume em conversa exclusiva com a reportagem do R7, Werdum não escondeu o que pensa a respeito do desafio e o que teria de diferente para apresentar no octógono em relação aos compatriotas que falharam na missão de destronar o americano: o jiu-jitsu.
— Vou fazer jiu-jitsu com ele, já que é o que tenho de melhor. Ele faz wrestling desde pequeno e, por mais que tenha melhorado na parte em pé, vai buscar a luta agarrada em algum momento. E para mim vai ser ótimo. Não terei medo de ciar por baixo, então vou arriscar bastante em pé e, se cair, fazer guarda, que é algo que nossa categoria está carente, todo mundo só pensa em levantar rápido.
Campeão mundial na arte suave e no ADCC, uma espécie de copa do mundo de luta agarrada, o gaúcho vem impulsionado por uma vitória por finalização sobre Minotauro em evento realizado no Brasil, em junho passado, credenciais que o tornam, hoje, o atleta mais perigoso da categoria no chão.
Justamente por isso, é de se imaginar que oponente use sua especialidade na luta greco romana não para derrubar, mas para evitar cair por baixo e poder trocar golpes em pé com o brasileiro que, bem ao seu estilo, inverte a lógica mais uma vez.
— Ele vai querer trocar, óbvio, mas posso surpreender e botar ele para baixo também. Ninguém arrisca derrubar porque sabem que ele é bom nisso, mas eu treino com o Kenny Johnson, que adaptou como ninguém essa modalidade para o MMA. E, em pé, vou soltar chute na cabeça e joelhada, uma hora ele vai querer agarrar, e aí vamos ver como vai ele vai se comportar no chão.
Exaltando o fato de ter recebido poucos golpes ao longo de sua carreira, que conta com 17 vitórias e cinco derrotas, o que teria conservado sua capacidade de absorver golpes, Werdum parabenizou o “guerreiro Cigano” por ter suportado severo castigo, mas afirmou que não passará por tamanho teste quando cruzar com campeão.
— O Cigano tem esse boxe muito apurado, o mais perigoso do UFC e com uma pancada muito forte. Mas o Cain quebrou a estratégia dele e não deixou ele respirar nem dois segundos. Sempre que o Cigano tentava algo, ele se adiantava com um jab, direto ou queda. Foi incrível.
Ainda sem data confirmada, o duelo, de acordo com as contas do brasileiro de 36 anos, não passa de março, o que abriria a brecha para, caso Velasquez estivesse disposto, encabeçar o evento mais aguardado do ano, em Las Vegas, na semana do Superbowl (final da liga de futebol americano).
— Deram uma comentada para a data do Superbowl, mas pode ser no México, em março. Eu e o Cain temos público na América Latina, então pode ser bom para o UFC. Mas, para mim, prefiro fevereiro, até porque não luto desde junho.
Com essas datas em aberto, Werdum acabou ganhando um reforço fundamental para a sonhada hora de lutar pelo posto de número um do mundo. Trata-se de Glover Teixeira, que deve lutar com poucas semanas de diferença pelo título dos meio-pesados (93 kg) contra Jon Jones.
A coincidência foi percebida quando eles se encontraram para ajudar nos treinos do amigo Lyoto Machida, que encara Mark Munoz no próximo dia 26, em conversas que ressaltaram outra semelhança: suas alturas batem com as dos rivais um do outro.
— Vamos fazer esse intercâmbio. Lutaremos na mesma época e eu tenho a altura do Jones, e ele tem biótipo e o jogo parecido com o do Velasquez. Vamos revezar, cada hora um passa dez dias no camp do outro. Mas ainda vamos combinar os detalhes para ver como vamos nos ajudar para roubar os cinturões do UFC.
Tricolor ganha medalhas no jiu-jitsu
O Pan-Americano de Jiu-Jítsu Esportivo foi disputado no ginásio do Ibirapuera, contou com cerca de 3.500 lutadores e o Bahia ganhou o título de melhor equipe de clubes entre mais de 40 concorrentes. A medalha de ouro foi entregue aos membros da comissão técnica tricolor pelo chefe da principal confederação da modalidade no Brasil.
Veja abaixo a lista de competidores do tricolor que ganharam medalhas no Pan-Americano:
Ouro (9) - Virna Andrade, Anselmo Gomes, Gideony Bezerra, José Eduardo Ferreira, Antonio Mariá Junior, Wilian Ramos dos Santos, Isaque Lima Aragão, Lorena Costa Almeida e Mariana Gonçalves.
Prata (7) - Marlos Vandré Silva Viana, Edmaria Felix (2), Jadson Lima, João Victor Uchoa Cerqueira, Júpiter da Rocha Pitão Filhoe Viviane Nogueira.
Bronze (6) - Virna Andrade, Valdir Reis, Rodrigo Azevedo, Esrom Rodrigo Freitas Cerqueira, Jeferson Macedo Dantas e João Victor Mendes de Melo.
Anderson pediu insistentemente e, após anos de espera, o boxeador Roy Jones Jr. finalmente aceitou seu desafio para uma luta de Boxe. Para isso, o americano exigiu apenas uma condição: a vitória de Spider diante de Chris Weidman, em disputa agendada para 28 de dezembro. Em declarações ao site boxingnewsonline.com, o pugilista de 45 anos demonstrou grande interesse na realização do evento, além de demonstrar respeito pelas qualidades do nocauteador brasileiro.
“O Anderson disse que é o sonho da vida dele. Nós temos que fazer isso acontecer. Se ele vencer o Weidman, faremos uma luta de Boxe, que é o que ele tanto quer. Estou pronto caso ele vença o Weidman. Tenho que estar pronto, porque ele vai querer vir para cima de mim. Quero dar a ele o que ele deseja”.
por Redação MMA Space / Rodrigo Peixoto.
Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.
Sonnen quer Anderson Silva como assistente no TUF Brasil 3
por Rodrigo Peixoto
Chael Sonnen sempre possui uma carta na manga para agitar os bastidores do MMA mundial. Durante entrevista realizada nesta semana, o americano tratava do anúncio de sua participação no TUF Brasil 3, ao lado deWanderlei Silva, como treinadores dos atletas da atração. Em mais um de seus golpes midiáticos espetaculares, o “Gângster de Oregon” sugeriu a possibilidade de contar com um antigo rival atuando em sua própria equipe como treinador auxiliar: ninguém menos que Anderson Silva.
“Quem sabe? Eu posso falar com Anderson Silva para saber se ele aceitaria entrar na minha equipe como treinador assistente. Anderson Silva foi um dos primeiros que pensei em convidar. Não seria para mim ou para Anderson. Isso seria para os jovens que estão batalhando para tentar entrar no UFC. Eu acho que o seu conhecimento do esporte é enorme, mas também a sua capacidade de se comunicar em um ambiente onde se fala português seria muito útil. Eu acho que ele tem um relacionamento com Wanderlei, por isso provavelmente não aceitaria. Mas isso não significa que eu não vá tentar”.
por Redação MMA Space / Rodrigo Peixoto.
Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images.
Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Salva-vidas baianos utilizam o jiu-jitsu para resgatar pessoas que estão no mar
Foto: Márcia Guimarães
Movimentos do jiu-jitsu ajudam no resgate
Os salva-vidas dividem o salvamento aquático em cinco fases: a identificação da vítima, aproximação/deslocamento, abordagem, resgate/reboque e os primeiros socorros. Para estas etapas, os salva-vidas baianos estão utilizando uma técnica pioneira: adaptação dos conhecimentos do Jiu-jitsu para o desvencilhamento e resgate de vítimas. O objetivo é evitar traumas nas vítimas no momento da abordagem, quando, normalmente, elas estão desesperadas.
Essa técnica, que possui algumas similaridades com o Judô Aquático, está sendo praticada desde 2010 pelos agentes de salvamento aquático da Bahia e, para utilizá-la, eles passam por treinamentos com professores especializados. Já aconteceram treinos intensivos em 2010, 2011 e 2013.
Primeiro, ela é ensinada e praticada em terra firme em duplas, nos tatames, em áreas abertas, e na areia da praia. Depois os conhecimentos são testados e vivenciados na piscina com a água na altura do peito. Nas etapas finais, são realizados simulados no mar, em locais mais profundos.
“A adaptação do Jiu-jitsu para o uso na água é mais suave, com ela, nós não precisamos forçar as articulações da vítima na hora do salvamento, imobilizando-as sem torções ou projeções que as lesionem - o que poderia caracterizar uma Iatrogenia (técnica mal empregada pelo profissional de saúde durante o socorro). Para chegar nesse ponto, estudei muito e desenvolvi, com a colaboração de colegas com mais de 25 anos de experiência na área, uma metodologia para passar esse conhecimento adiante. Além dos agentes de Salvador, já participaram dos nossos treinamentos salva-vidas de Lauro de Freitas, Camaçari e do Grupamento Marítimo (GMAR) da Bahia”, explicou o salva vidas Jou Oliveira, faixa preta em Jiu-jitsu e idealizador da adaptação para o mar.
Ele conta que, mesmo sem querer, por causa do desespero, as pessoas quando se afogam agarram os ombros, a cintura, puxam os cabelos, o uniforme, o cordão do apito e seguram nos salva-vidas como podem, pois querem um ponto de apoio para submergir e respirar. “Isso, se o profissional não souber usar a prática corretamente, pode levar os dois ao afogamento e, se o pior acontecer, à morte. Dentro da água tudo pode mudar, pois aquilo ali é um mundo. Por isso, é importante que o salva vidas faça a leitura do salvamento à distância, com rapidez, se antecipe ao ‘ataque’ e seja preciso na hora de colocar em prática as táticas que usará para salvar a vítima, pois precisamos preservar a integridade delas ao máximo”, adverte o agente de salvamento aquático.
Segundo Oliveira, por ser mais precisa, a técnica ajuda na economia de energia e proporciona uma vida mais saudável para os profissionais que a utilizam, pois os salva-vidas não precisam repetir os movimentos diversas vezes no momento da abordagem e do reboque das vítimas em segurança, como ocorria no Judô Aquático, no qual o afogado em desespero era projetado quantas vezes fossem necessárias pelo salva vidas até que o mesmo se sentisse seguro para abordá-la, e assim efetuar o reboque com a vítima mais calma ou inconsciente, agravando a sua situação.
Na própria pele
“Eu e minha prima, que é como se fosse uma irmã pra mim, estávamos brincando de pular ondinhas e flutuar no mar de Stella Mares. Como eu moro lá, e frequento a praia há algum tempo, sei que no meio do mar tem pedras onde conseguimos ficar em pé, mas a minha prima, que é de Curitiba, não sabia. A maré subiu e não prestamos atenção. Ela já não estava mais dando pé, por causa de um desnível. Ela me olhou e começou a ficar com uma feição de terror. Nessas horas, os minutos parecem uma eternidade, o tempo congela, o pânico não nos deixa raciocinar, e eu não lembrei das pedras e do desnível, onde ela poderia ficar de pé e se acalmar. Eu, como sei nadar, pedi para ela fechar a boca para não entrar água e se manter calma, pois eu ia nadar e chamar os salva vidas que estavam na praia. Mas, graças a Deus, quando eu levantei os braços e ia nadar para buscar ajuda, vieram dois anjos, dois salva-vidas, nos socorrer”, narra a educadora Gabriela Pereira, 29 anos. Segundo ela, mesmo sabendo nadar, ela não teria como salvar a prima, pois estava em estado de choque.
“Os salva-vidas que nos socorreram naquele dia 27 de março, Jou Oliveira e André Ferreira, utilizaram técnicas que não nos machucaram e ainda nos deram segurança para conter o desespero. Deveria haver um posto com esses profissionais a cada 500 m e em todas as praias de Salvador, para nunca ninguém morrer afogado pela falta deles. Não tenho palavras para agradecer o que eles fizeram pela gente, eles são anjos em forma de homens. Sempre que posso, falo com eles. Construímos uma amizade”, acrescenta Gabriela. Ela é uma das centenas de vítimas salvas pelos agentes de salvamento aquáticos baianos através das técnicas adaptadas do Jiu-jitsu.
Dana White critica equipe de Cigano: Eu teria jogado a toalha
Para Dana White, equipe de Cigano deveria ter jogado a toalha
foto: getty images
Dana White comentou o terceiro combate entre Cain Velasquez e Junior dos Santos no UFC 166 de maneira diferente daquela em que muitos fãs exaltaram o espírito guerreiro do lutador brasileiro que suportou novo castigo imposto pelo campeão peso pesado do Ultimate Fighting Championship.
Na opinião do presidente da organização americana, ele teria desistido da luta se fosse um dos membros da equipe de ‘Cigano’ que formaram o córner do atleta da Equipe Champion, de Salvador, Bahia. Mas o manda-chuva sabe que teria sido cruelmente criticado se tivesse agido de acordo com as suas convicções.
“Eu teria jogado a toalha”, disse durante a conferência de imprensa. “Eu tinha Tillman Fertitta, Lorenzo, e o primo do Frank [Fertitta] próximos a mim me perguntando: Como isso funciona? Você pode jogar a toalha? Essa é uma pergunta f… acho que se eu jogar a toalha, vou apanhar muito do corner dele e da meta dos fãs aqui, e provavelmente eu vou ao Brasil na próxima vez.”
Veja mais fotos do UFC 166 no PORTAL TERRA
Dana insistiu que o córner de Junior Cigano deveria ter jogado a tolha em sinal de reconhecimento pela superioridade de Cain Velasquez e preocupação com a condição física do lutador de Santa Catarina e demonstrou irritação ao ter constatado que o desafiante apanhou muito tempo mais do que o necessário desde o terceiro round da disputa.
“Não quero que isso seja visto da maneira errada, mas eu sempre gosto de dizer que se alguém na porcaria do córner dele se importar com ele, por favor, jogue aquela toalha. Acho que a luta deveria ter sido parada no terceiro. Se o Junior dos Santos é durão o suficiente e tem coração para passar por aquilo?”
“Claro que sim, mas isso significa que ele deveria? Quero dizer, se olharmos para a luta, aquele cara sofreu sete ou oito minutos de castigo que eu acredito que ele não precisava até o fim. Eu não gosto disso” – concluiu.
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